sábado, 19 de março de 2011

Dia do Pai

 FELIZ DIA DO PAI!!

 Esperamos que gostem...



domingo, 13 de março de 2011

Ainda Carnaval... SE EU FOSSE UM PALHAÇO...

 Se eu fosse um palhaço tinha o nariz grande e vermelho e o fato era branco ou vermelho e os sapatos eram muito, muito grandes e a cor era castanha.
 Tinha que pintar a cara e logo a tinta não saía, as cores eram branco, vermelho, verde e azul. Faria as crianças felizes para toda a vida. Ganhava muito dinheiro e era muito rico, fazia uma fortuna.
(André)


 Se eu fosse um palhaço trabalhava num circo, fazia as pessoas rir.
 Visitava muitas cidades porque o circo estava sempre em movimento.
 Eu vestia roupas muito largas, sapatos muito grandes e uns suspensórios para segurar as calças, a cara tinha-a toda pintada e com um grande nariz vermelho.
 Fazia sorrir as crianças porque as crianças adoram palhaços...
(Valter)

 Se eu fosse um palhaço era a pessoa mais feiz do mundo.
 Estava sempre a sorrir e fazia sorrir também o público.
 A minha roupa era colorida e os meus cabelos pareciam raios de sol. Os meus sapatos eram do tamanho da rua, precisava de 1000 meias para os segurar.
 A alegria dos meninos era  a minha maior felicidade.
 Não tinha casa, o meu único tecto era o circo e a minha terra era o mundo.
 Ganhava pouco, era pobre, mas era rico em sonhos.
 E por tudo isto, era o palhaço mais feliz!
 E mandava um grande abraço para todos os meninos!
(Diana)

 Se eu fosse um palhaço chamava-me Risotas, era muito animada e fazia rir as pessoas. Todos me adoravam! Vivia na cidade Arco - Iris que era muito colorida e muito engraçada, tal como a minha roupa e as cores eram: amarelo, branco, lilás, vermelho, verde, azul, cor-de-rosa, cor-de-laranja, roxo, violeta,...
 Eu era muito feliz, gostava muito da minha vida. Se eu fosse um palhaço, tudo era reala.Tinha muitos amigos que me adoravam. Era tão lindo!
 O meu pai e a minha ,ãe também eram palhaços, mas o meu irmão era um motard excelente que fazia números difíceis.
 Trabalhava no Circo Maravilha e viajava por muitos países.
 E assim eu era muito feliz!
(Carolina)

 Se eu fosse um palhaço ía ao aniversário dos meninos animar as festas e ía aos hospitais ver aqueles meninos que estão lá doentes para eles ficarem contentes.
(Miguel)

 Se eu fosse um palhaço era simpático com as pessoas, fazia muitas palhaçadas, brincava, sorria, cantava e fazia crobacias.
 Usava roupa larga, grande e muito colorida. Os meus sapatos eram grandes e o chapéu era bicudo.
 A minha cara era grande, o nariz era redondo, vermelho e muito grande, a boca era grande e encarnada.
 Se eu fosse um palhaço fazia rir os emninos e maninas e fazia toda a gente feliz.
(Margarida Turíbio)

 Se eu fosse um palhaço gostava de trabalhar no circo para fazer rir as pessoas e especialmente as crianças.
 Eu iria mimar as crianças ao hospital porque estão doentes e muito tristes, ía também ao Lar dos velhinhos de Barrancos para contar histórias e assim ficarem contentes.
 Se eu fosse um palhaço vestia-me com muitas cores, um nariz muito grande e uns sapatos grandes.
 Como instrumento musical tocaria o trompete para fazer músicas e dançar.
(Pilar)

 Se eu fosse um palhaço fazia grandes palhaçadas, contava anedotas, tinha um nariz muito grande e os pés também. Fazia rir as pessoas, principalmente crianças porque os palhaços também gostam muito das crianças.
 Eu, no primeiro dia de Carnaval, vesti-me de palhaço e fui com a minha mãe passear mais a minha colega da escola chamada Pilar, tirámos fotografias no parque.
(Dalila)

 Se eu fosse um palhaço gostria muito de fazer muitas palhaçadas para alegrar as pessoas e fazer rir as crianças porque é muito divertido.
 Também gostava de trabalhar no circo para conhecer muitas terras e países.
(Fábio)

 Se eu fosse um palhaço era muito divertido, era engraçado, torpe e tontinho.
 Ía aos anos dos meninos fazer malabarismos com bolas, pratos e argolas. Ía aos circos a fazer palhaçadas.
 Tinha um carro com uma cara de palhaço.
(José)

 Se eu fosse um palhaço vivia no circo. Pintava a cara, punha um nariz vermelho e um lindo fato e uns sapatos enormes.
 Fazia rir todos os meninos e meninas com as minhas brincadeiras.
(M. Margarida)

 Se eu fosse um palhaço viajava pelo mundo e fazia muitos espectáculos no circo. Brincava sempre no circo. Eu seria engraçado, andaria sempre a pregar partidas às pessoas e fazia rir todos os meninos.
 Era giro, bonito, grande e tonto, chamar-me-ia Diogo, o Palhaço!
(Diogo)

 Se eu fosse um palhaço tinha de ser engraçado e com esta roupa: uma blusa roxa, um casaco cor-de-laranja, um laço vermeho, umas calças azuis e uns sapatos verdes com uma bola vermelha. Teria de ir fazer gargalhadas e coisas engraçadas.
 Eu gostaria muito do meu trabalho e seria boa em todas as coisas.
 Ser palhaço deve ser divertido!
(Alexandra)

 Se eu fosse palhaço vivia num circo chamado "Circo Royal".
 Andava por todo o mundo a divertir as pessoas. O meu nome seria Batatoon.
 Fazia muitas palhaçadas e era muito divertido, as pessoas à minha volta passavam a vida a rir.
 Estava sempre a pintar a cara e a avestir aquelas roupas coloridas e engraçadas.
 Há crianças que no circo têm medo dos palhaços, mas eu faria que vissem que eu só queria diverti-las e fazê-las rir. Chamava meninos ao centro e fazia brincadeiras com eles.
 Teria uma vida muito feliz!!!
(Francisco Escoval)

 Se eu fosse palhaço vivia no circo. Era divertido, fazia fantochadas e brincadeiras com as crianças.
 Fazia também rir os adultos com as minhas brincadeiras e as minhas travessuras, desafiaria alguns a vir ao centro do circo para participarem nas minhas brincadeiras.
 De povo em povo conheceria todo o mundo.
 Vestiria uns grandes sapatos, teria cabelos verdes, um grande nariz vermelho, casaco e calças bem largas de muitas cores.
 E assim seria a minha vida de palhaço.
(João)

 Se eu fosse um palhaço ía para o circo. E lá no circo brincava com os animais: os leões, as leoas, macacos e girafas. Fazia trapezismo e malabarismo.
 Quando ía para casa tinha que ir logo dormir porque estava muito cansado e no dia seguinte tinha que me levantar cedo.
(Ruben Costa)

 Se eu fosse palhaço queria dar alegria aos meninos. Gostava de animar as festas de anos.
 Tinha um grande nariz vermelho, um grande chapéu e uns grandes sapatos.
 Também gostava de trabalhar no circo, para ter muitas crianças e adultos e poder fazer rir toda a gente com as minhas piadas e cambalhotas e, no final, poder tocar uma música com a minha flauta.
(Francisco Caçador)

A Floresta - Continuação de texto

Isabel encontrou um anão e disse:


- De onde apareceste?

- Quem és tu? – disse o anão.

- Eu sou Isabel e tu? –

- Eu sou um anãozinho pequenino.

Ele era pequeno como uma formiga, grande como um balão e leve como o papel. Logo puseram-se a conversar e…

- Ó anão, queres vir almoçar?

- Está bem.

- Mas te portas bem!

- Sim.

- Mas olha que o almoço é sopa de hortaliça.

Quando lá chegou Isabel disse à mãe:

- Mãe, este é o meu novo amigo, pode almoçar connosco?

- Está bem.

E almoçaram os três juntos.

Sempre que Isabel ia ao bosque brincavam os dois.

(Francisco Escoval)

 Isabel encontrou um anão que era fraco, tinha umas calças azuis, tinha barbas brancas, uma blusa cor-de-laranja com um casaco vermelho, botas castanhas escuras e um gorro vermelho.
 A Isabel perguntou-lhe como se chamava e o anão respondeu:
 - O meu nome é Pedro, como te chamas tu?
 - Eu me chamo Isabel, posso ser tua amiga?
 - Sim, claro! - disse o anão.
 Passado algum tempo Isabel disse:
 - Queres vir a minha casa?
 - Está bem.
 Quando chegaram a mãe disse:
 - Quem é este pequeno?
 - É o meu novo amigo. - disse Isabel.
 Depois brincaram e comeram e assim Isabel ficou com o Pedro para sempre.

(Alexandra)

Os nossos textos - Confundindo histórias

Era uma vez muitas cigarras. Uma das cigarras encontrou sete anões. A cigarra e os sete anões foram jantar. No dia seguinte os anões foram trabalhar.

O gato das botas veio e deu uma maçã de açúcar à cigarra. A cigarra adormeceu, quando os sete anões chegaram viram a cigarra desmaiada no pátio. Depois levaram-na ao bosque e um rato salvou-a. Quando ela já estava acordada o rato disse-lhe:

- Queres casar comigo?

(Valter)


Era uma vez uma menina que foi à floresta e era a floresta dos espelhos. Foi à casa dos seus sete amigos e eles eram todos diferentes.


Ela, sempre que ia a casa deles era a empregada dos amigos.

Um dia os amigos foram para o trabalho e a menina ficou só em casa. Veio um gato mau e a envenenou. Veio um príncipe, beijou-a e foi para casa. Depois se casaram e tiveram muitos filhos.

(Carolina)

 

A cigarra andava no bosque e encontrou outras cigarras. Depois a cigarra encontrou a casa dos sete anões e os anões disseram à cigarra para entrar.


Passado algum tempos os anões foram trabalhar e a cigarra ficou em casa.

De repente apareceu um gato que lhe deu uma maçã com veneno. Depois apareceu o lobo e ajudou-a. A cigarra estava desmaiada e o lobo beijou-a.

Logo fizeram um jantar para comemorar.

(Francisco Caçador)


 
Era uma vez uma joaninha que andava no bosque passeando, anoiteceu e encontrou a casa dos anões e disse-lhes:


- Posso entrar?

Eles aceitaram e, quando deu por eles, estavam a dormir. De manhã tomaram o pequeno – almoço e foram para o trabalho.

Apareceu um gato que deu uma maçã venenosa à joaninha. Ela desmaiou, até que apareceu um rato e a beijou. Ela acordou com um belo beijo e viveram felizes para sempre.

(Margarida Turíbio)

 
As cigarras andavam na floresta à busca de comida. Já era noite, a cigarra andou e encontrou sete meninos numa casinha muito pequenina.


Inês entrou na casa dos sete meninos, eles conversaram e Inês percebeu que eles não tinham luzes. Inês pensou e encontrou uma solução, e essa solução era que eles tinham que ir para a casa dela.

Chegaram a casa dela e os anões acharam a casa bonita, mas disseram:

- Inês, nós temos de ir trabalhar.

- Está bem.

Passaram dois minutos e apareceu o gato das botas que cortou uma maçã venenosa e deu metade à Inês.

- Pum! – Inês caiu ao chão.

Apareceram os meninos e também apareceu um lindo príncipe encantado que queria casar com ela.

Passado algum tempo, Inês acordou, viu o príncipe e viu os sete amigos que estavam muito preocupados com ela.

Inês casou com o príncipe e foram felizes para sempre.

(Diana)

sexta-feira, 4 de março de 2011

Desfile de Carnaval

 Decorreu esta manhã o Desfile de Carnaval do Agrupamento de escolas de Barrancos que contou com a presença de toda a comunidade educativa. Mascarados percorremos as diversas ruas de Barrancos.
 Na parte da tarde, a animação ficou a cargo dos alunos finalistas do 9.º ano, tivemos muita música com direito a Dj e tudo. Realizou-se ainda mais uma vez o Concurso de Máscaras, o 3.º lugar foi para o padre e suas freiras, o 2.º para o Mimo e o 1.º lugar para Miss Cultura. Parabéns aos vencedores que terão direito, respectivamente a 5, 10 e 20 máscaras em material escolar para consumir na papelaria da escola.



Semana da Leitura

 Decorreu de 1 a 4 de Março a Semana da Leitura do Agrupamento de escolas de Barrancos. As diversas actividades tiveram sede na Biblioteca  de Barrancos e em contexto sala de aula. Para além das diversas leituras e declamações de poemas, houve ainda oportunidade para ver exposições e ouvir declamações de poemas musicados. Foi um momento cultural intenso dedicado à leitura, aberto a toda a comunidade educativa de Barrancos.




Até os senhores professores ficaram entusasmados e nos cantaram uma belíssima canção alentejana...

Projecto "De Castelo em Castelo"

 Na semana passada decorámos o nosso lindíssimo Castelo de Noudar no âmbito do Projecto "De cadtelo em castelo".

O que temos andado a fazer...

 Durante este pequeno período de ausência, temos andado a resolver muitos desafios de matemática. Trabalhámos com a calculadora, não só para fazer contas mais complicadas, mas também como forma de descobrir tabuadas, dobros e triplos e ainda para descobrir palavras. Foi muito interessante.